Na ALPB, Dr. Érico enumera as demandas surgidas através de seu encontro com produtores rurais e cobra soluções

O deputado Dr. Érico (Cidadania) subiu a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (9), para prestar contas do seu mandato. Anunciou que, no fim de semana, deu início ao Gabinete Itinerante, percorrendo o Sertão e ouvindo, da população, as demandas da região.

Foi nesse roteiro, por exemplo, que ele conversou com os trabalhadores rurais da Várzea do Feijão, em Condado. Desse encontro, saiu uma série de requerimentos em benefício daquela comunidade. “A água, quando chega, muitas vezes traz intempéries, deixa comunidades isoladas, então há a necessidade de se construir pontes e passagens molhadas”, justificou o parlamentar.

Dr. Érico também aproveitou para agradecer a aprovação de um requerimento, de sua autoria, que pede a construção de uma ponte sobre o Rio Farinha, em Cacimba de Areia. “E também agradecer a aprovação do requerimento 754, para a liberação dos alevinos para que possamos colocar os peixes nos açudes que já estão abastecidos de água”, acrescentou.

Da mesma forma, o parlamentar externou sua preocupação com as chuvas. Ao mesmo tempo que comemorou a chegada das águas, pediu cautela a população no sentido de evitar acidades e afogamentos.

Ainda no roteiro do Gabinete Itinerante, o deputado se reuniu com os presidentes das associações de produtores rurais de Patos e região, colocando-se à disposição para lutar por perfurações de poços e iniciativas que tragam recursos hídricos que venham a beneficiar a categoria.

De volta à maternidade de Patos

Por fim, Érico registrou que, na condição de presidente da Comissão de Saúde de Assembleia, voltou a prestar assistência aos funcionários da maternidade Peregrino Filho, em Patos. “Temos cobrado, diariamente, para que o Governo dê celeridade a esse processo envolvendo os médicos e funcionários da maternidade. Sabemos da burocracia, mas lá estão funcionários que estão há quase dois meses sem receber seus vencimentos, estão passando necessidades e precisam desse salário. Então temos que nos solidarizar com eles, que independente disso mostram que são verdadeiros guerreiros e têm prestado os serviços a contento para que a população não fique desassistida”.


Assessoria
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