Empresa acusa Vigilância Sanitária de Patos de perseguição
Nota
Nós da Bella Paulistana estamos nos sentindo perseguidos pela Prefeitura Municipal de Patos, através dos seus fiscais do setor de Vigilância Sanitária. Como é sabido por toda a cidade, além dos serviços de panificações, servimos refeições ao longo do dia, como lanches, café, almoço e jantar e desde o início da pandemia, tivemos que suspender esses serviços. Após o Decreto de flexibilização do comércio por parte do Prefeito, sentimos a necessidade de reabrir as nossas portas, pois essa pandemia limitou as vendas e gerou grandes prejuízos a todos os comerciantes da cidade. Acontece que na data de ontem, tivemos o estabelecimento fechado pela vigilância sanitária, ficando impedidos de atender e servir a população patoense dentro das dependências da Padaria. Sentimo-nos injustiçados e perseguidos, pois testemunhamos muitos outros estabelecimentos abertos e sua abertura sendo negligenciada por parte desses mesmos fiscais. Sem contar que é do conhecimento de todos, inclusive dos fiscais da prefeitura, que teve bar e restaurante na cidade que nunca fechou suas portas durante a pandemia. Sabemos da importância do Decreto Municipal, sabemos da importância do isolamento social, mas precisamos trabalhar também. Hoje nós contamos com 28 funcionários, dentre eles, pais e mães de famílias que precisam de seus empregos e salários para seu sustento e de seus dependentes. Não queremos prejudicar ninguém. Queremos apenas prestar nossos serviços de maneira digna e manter nossos empregos. Ou, caso seja obrigatório permanecermos fechados, que a justiça municipal valha para todos.
Manuella Morais – Gerente da Bella Paulistana.
O espaço está aberto para que a Vigilância Sanitária possa expor sua versão.

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