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Em Patos, Hugo Mota diz que CPI da Petrobras cumpriu seu papel e nega tenha terminado em Pizza

Após 235 dias e 57 sessões, fecharam-se as cortinas do espetáculo da CPI da Petrobras na Câmara Federal. E vale ressaltar, sem apurar nada além do que já se sabia na Operação Lava Jato, e sem indiciar ninguém. 
Em sua vinda à cidade de Patos nesse último final de semana, o deputado federal e presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB), negou que a mesma tenha acabado em pizza e, destacou que cumpriu o seu papel. Ele ainda pontuou que o relatório final sempre tende a ser contestado, sobretudo em virtude das divergências políticas.
“O que nós pudemos fazer foi feito pra que a CPI pudesse apresentar um resultado positivo. A nossa dedicação foi inconteste, a CPI trabalhou e se esforçou, e eu entendo que as recomendações que foram dadas e os indiciados no relatório mostram que o comprometimento e imparcialidade da CPI”, comentou o deputado.
Sobre Eduardo Cunha 
Dos 62 deputados envolvidos na Lava Jato, só um único, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi ouvido pelos parlamentares na CPI, e assim mesmo porque ele pediu para depor. Foi na sessão em que negou ter contas no exterior, posteriormente reveladas pela justiça da Suíça.
Sobre o assunto, Hugo Motta disse que não sofreu nenhum tipo de pressão para que a CPI fosse encerrada, nem qualquer movimento direto a sua pessoa promovido por Eduardo Cunha.
“Não sofri nenhum tipo de pressão, inclusive eu assinei a prorrogação da CPI para que também não pairasse qualquer dúvida com relação a esse movimento. Porém, a prorrogação não depende do plenário da CPI, nem muito menos do presidente. O requerimento foi apresentando e teremos outras etapas da investigação”, explicou.

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