Gari denuncia que Prefeitura de Patos está com pagamento atrasado a Conserv que não repassa cestas básicas
Um gari, cujo nome nós não vamos revelar, procurou a nossa reportagem
para denunciar o atraso na entrega de cestas básicas por parte da
empresa Conserv, que presta serviço a Prefeitura de Patos na limpeza da
cidade.
De acordo com ele, muitos colegas estão passando necessidade e quando vão perguntar pelo mantimento recebem o aviso de demissão. “Essa semana dois amigos foram demitidos só porque perguntaram pela cesta”, disse ele que acrescentou que a empresa atrasa o repasse desde o final do mês passado.
O gari disse ainda que a entrega é feita sempre no dia 25 e até agora ninguém fala sobre o assunto. “Quem for perguntar é demitido na hora”, reforçou.
Ele denunciou que a parada dos caminhões coletores no final do mês passado foi por conta do atraso no pagamento da Prefeitura que deve de dois a três meses a Conserv que passa por dificuldades, inclusive, para abastecer os caminhões.
“Nenhum posto quer abastecer os caminhões porque não recebem da empresa que não tem como bancar o atraso. O que a gente escutou lá dentro da empresa é que a prefeitura não paga há dois ou três meses”, denunciou ele.
Os caminhões ficaram durante todo o dia 23 de abril parados sem combustível no pátio da empresa e os profissionais sem trabalhar esperando uma segunda ordem.
Motoristas da empresa disseram que os caminhões foram recolhidos ao pátio da CONSERV no final de semana anterior. “Rodamos até o tanque ficar na reserva. Fizemos ainda algumas coletas nos bairros, mas depois não deu mais e tivemos que parar os caminhões. Pode ir lá que você vê”, relatou o trabalhador que pediu para não ser identificado.
No final da tarde daquele dia, o problema foi solucionado e os caminhões foram vistos abastecendo em outro posto o que não habitual.
Na época, o gerente da empresa, Olegário Freire, chegou a dizer que tudo não passou de um contratempo, mas não confirmou nenhuma denúncia.
Até hoje a prefeitura não divulgou nenhuma nota desmentindo as afirmações. O secretário de Serviços Públicos, Raniere Ramalho, não se pronunciou.
Portal 40 Graus
De acordo com ele, muitos colegas estão passando necessidade e quando vão perguntar pelo mantimento recebem o aviso de demissão. “Essa semana dois amigos foram demitidos só porque perguntaram pela cesta”, disse ele que acrescentou que a empresa atrasa o repasse desde o final do mês passado.
O gari disse ainda que a entrega é feita sempre no dia 25 e até agora ninguém fala sobre o assunto. “Quem for perguntar é demitido na hora”, reforçou.
Ele denunciou que a parada dos caminhões coletores no final do mês passado foi por conta do atraso no pagamento da Prefeitura que deve de dois a três meses a Conserv que passa por dificuldades, inclusive, para abastecer os caminhões.
“Nenhum posto quer abastecer os caminhões porque não recebem da empresa que não tem como bancar o atraso. O que a gente escutou lá dentro da empresa é que a prefeitura não paga há dois ou três meses”, denunciou ele.
Os caminhões ficaram durante todo o dia 23 de abril parados sem combustível no pátio da empresa e os profissionais sem trabalhar esperando uma segunda ordem.
Motoristas da empresa disseram que os caminhões foram recolhidos ao pátio da CONSERV no final de semana anterior. “Rodamos até o tanque ficar na reserva. Fizemos ainda algumas coletas nos bairros, mas depois não deu mais e tivemos que parar os caminhões. Pode ir lá que você vê”, relatou o trabalhador que pediu para não ser identificado.
No final da tarde daquele dia, o problema foi solucionado e os caminhões foram vistos abastecendo em outro posto o que não habitual.
Na época, o gerente da empresa, Olegário Freire, chegou a dizer que tudo não passou de um contratempo, mas não confirmou nenhuma denúncia.
Até hoje a prefeitura não divulgou nenhuma nota desmentindo as afirmações. O secretário de Serviços Públicos, Raniere Ramalho, não se pronunciou.
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