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Hugo Motta defende pacificação nacional diante debate acalorado sobre o 8 de janeiro



Brasília – Ao encerrar a sessão desta quarta-feira, 17 de setembro, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fez um apelo pela pacificação nacional e pela construção de consensos em torno dos temas que dividem o país.


Em sua fala, Motta destacou que não se trata de “apagar o passado”, mas de permitir que o presente seja reconciliado e que o futuro seja construído “em bases de diálogo e respeito”.


O presidente lembrou que a Câmara reúne visões distintas e interesses divergentes sobre os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, mas reforçou que é no Plenário que “ideias se enfrentam, divergências se encontram e a democracia pulsa com força total”.


Durante a sessão, foi aprovada a urgência para a tramitação de um projeto de lei do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) sobre o tema. Agora, será designado um relator para elaborar um texto substitutivo que busque apoio da maioria ampla da Casa.


Motta ressaltou que sua missão como presidente é conduzir os debates com equilíbrio, respeitando o Regimento Interno e as decisões do Colégio de Líderes. “Não para impor uma verdade, mas para garantir que todas sejam ouvidas”, frisou.


Segundo ele, um presidente da Câmara “não pode ser dono de teses nem de verdades absolutas”. E completou: “Sempre que alguém se declarou dono da verdade, o país perdeu”.


Encerrando sua fala, Hugo Motta reafirmou a mensagem que, segundo ele, orienta sua gestão: “O Brasil precisa de pacificação. Cabe ao Plenário, soberano, decidir. O Plenário é o coração da República”.


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